Sábado, 26 de Maio de 2007

Não é um Adeus... é um até já!

A minha sobrinha é que tem razão, ela é uma rapariga que não gosta de despedidas, quando é hora de partir não diz nem adeus, nem dá beijinhos de despedida... diria que é um reflexo de que volta.

Foi à volta desta permissa que escrevi este poema, porque as pessoas nem sempre dizem Adeus, dizem que é um até já! Diria, eu, que, mesmo que as pessoas morrem e deixam a vida térrea, elas simplesmente não dizem Adeus, mas dizem um Até Já... porque, um dia, iremos ao seu encontro!

Dizem que é algo profundo... mas, como tudo na vida, o que fazemos ou dizemos, tem de vir dentro de nós...

 

Não é um Adeus... é um até já!

 

 

O tempo que se fez passar
Tão rápido como o vento
Fez do espaço um transbordar
De emoções um só pensamento!
 
As coisas que ficaram por dizer
As coisas que foram ditas
As coisas que ficaram por saber
As coisas que ficaram escondidas!
 
Esquecer, é coisa que não se faz
Quando o amor perdura
Deixa o coração somente em paz
Numa permissa de jura!
 
Jura de amizade eterna
Num coração perdido
Numa luta interna
Num sofrimento muitas vezes vivido!
 
Vou partir, para outro lugar
Vou daqui para lá
Vou partir para um dia voltar
Não é um Adeus, é um até já!
 
Marco Viana 21-05-07
 
 
publicado por Ir0ns às 18:08
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